Ladybug Brasil

Sobrevôos, descobertas, achados. Me deito na web para que as joaninhas (ladybugs, mariquitas) apareçam. Sob meus dedinhos, embaixo dos teus olhinhos.

Ladybug Brasil random header image

Achados na web 29

November 21st, 2008 · 2 Comments

Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao Ueba Adicionar artigo ao del.icio.us Adicionar artigo ao BlogBlogs Bookmarks

Via Marco Gomes por e-mail e twitter: Liberal, Libertário, Libertino – O Brasil não é um país racista! Nosso problema é econômico. A discussão esquentou. Acho impressionante como é complicado para muitos navegantes assumir que a gente vive, sim, num país racista. E, pior, que não reconhece o seu racismo. Já repararam como a gente automagicamente (tm Manoel Netto) torce o nariz para a pobraiada no Orkut? Como somos de certa forma elitistas e gostamos daquele verniz de glamour e riqueza que aparece quando somos “formadores de opinião”? Acho ótimo alguém puxar a discussão. E vou acrescentar: mais que racistas, somos preconceituosos. Desconsideramos o “inculto”, o pobre, o sem teto. Fora da verdade, não há como existir. Se a pobreza (vejam, há diferença de pobreza e miséria), a condição educativa e outros fatores são excludentes, não há como seguir em frente como comunidade. Bola dentro.

Os blogs na capa da Época. O assunto foi, de longe, o tema das threads mais longas nas listas e o twitter. Marola, marola… Blogaiada adora conversar sobre si, discutir os critérios da lista e ainda quer meter o dedão em texto que já foi publicado. O melhor da história? O Faça a Sua Parte está lá. :D

A Zel esteve com o Jimmy Wales e fez umas anotações bacanérrimas para esta blogueira. Confira. É da série “post feito com carinho. E o post fofo do @poperótico sobre o #wikinob? Agora só falta a gente descobrir como é que se some com os moderadores da wiki_pt para conseguirmos começar a postar decentemente lá.

Dois da Ana Carmen que merecem destaque: uma reflexão sobre o papel dos jornalistas e um álbum no flickr que é uma viagem espacial. Delícias para consumir em paz.

Via Fal: lançamento de Fabrício Carpinejar… Canalha!

Sim, boneca, ele ama você. Só você. Ele beija seus pés, ele adora você. Ele quer passar o resto da vida com você. Ah, ele é sincero, ele é puro de coração, você é mesmo a mulher da vida dele.
Ele vai estar aqui em São Paulo, no dia 21. Bote um sutiã reforçado, passe batom vermelho, suba num salto bacana e vá. Mas, por favor, deixe sobrar um pedacinho dele para nós, que estaremos em Caxambu a trabalho, a trabalho.

Tá procurando um presente de natal pra mimzinha? Tá fácil, fácil: Manda esta quadradinha que a Joaninha fica feliz – ela até dá pulinhos… (piada interna que, por enquanto, só as Luluzinhas entendem).

E o Caderno de Saramago? Continua a me encher de água os olhos, a me fazer deixar a dor no coração de lado pra seguir escrevinhando… recomeço a escrita no ponto em que tinha parado. Não há outra resposta.

Será que alguém vai prestar atenção no que a Ana Brambilla escreveu? Sim, pesquisa mostra que o nosso conteúdo é mais visível em outros sites… Porque é que vocês acham que eu escrevo um “achados na web” durante toda a semana para publicar na sexta/sábado? Assim como a Veri, a Lu Monte, a Nosphie e tantos outros fazem apanhados semanais. Estes posts são as nossas seleções do que achamos de bom por aí – e valem por muitos bifinhos, na minha opinião.

Livro livre está vivo e distribuindo volumes. Solte o seu. Se ainda não conhece o projeto do Markun, Pedro, corra. Ele vale quanto pesa em ouro.

O post a Ju Villas sobre edifícios doentes e arquitetura sustentável merece a sua atenção.

A sua amiga blogueira some, você sabe que vem chumbo grosso pela frente. Está no ar o Desafio 21 Dias 2008, no Blosque. Ano passado, graças às tarefas inventadas por dona Nospheratt, este blog melhorou um tanto – e eu acho que fiz só um punhado das tarefas. Em 2008, participarei novamente da maratona. Que, desta vez, tem prêmio e patrocínio de nosso querido Daniel Becher, da Via Hospedagem – e levará três cestas de natal, com direito a panetone e espumante às casas dos sorteados. Quem ainda não se inscreveu, corre! A história começa na segunda-feira. E, conselho de Joaninha, prepare-se para trabalhar.

Para parar e pensar: Denise fala sobre estresse. Produtividade, trabalho e muito mais em questão. Vale a leitura.

E vem aí mais um NewsCamp, cortesia de Eduardo Vasques e Ceila Santos. O blog está de cara nova, todo organizadinho. E o próximo encontro, dia 29 de novembro, promete discutir jornalismo multimídia e relações públicas digitais. Além dos tradicionais bate-papos decididos na hora, estão programadas “oficinas”. Participe, inscreva-se. As vagas são limitadas.
Quando: 29 de novembro (sábado), das 10h às 18h
Onde: Espaço Gafanhoto, São Paulo

Vale a pena ler e mastigar muito bem a série de posts da Raquel Recuero sobre o Twitter. Primeiro uma (re)definição: twitter é mesmo um social-messaging, que nos permite conversar instantaneamente com nossos amigos – de onde for. Segundo: como medir autoridade. E não confundam autoridade com popularidade. De que adianta ter 2 milhões de seguidores salsinhas? Nada como ter doutoras de verdade na roda. Raquel fala em autoridade informativa e autoridade relacional. Será que já acabou? Estas ferramentas têm muito mais caldo para dar (e eu acabo de me tocar que preciso voltar a usar o hello.txt e postar em todas ao mesmo tempo). Update: Não, não acabou. Raquel publicou ontem uma bela análise sobre as redes no Twitter e de quebra você aprende a usar umas ferramentas muito bacanas.

Luli terminou, dia 14, sua série porque a mídia deve se preocupar. Agora está por nossa conta. Deixo vocês com o quase finalzinho do post:

Na verdade, as mídias sociais não são ruins. Elas são, em sua maioria, amadoras, em seu melhor sentido. Como este blog, amam o que fazem e buscam, através de seu trabalho, contribuir para mudar o mundo. São diletantes não por fazerem pouco, mas por acharem delicioso o que fazem.

Renato Cruz vai lançar o livro TV Digital no Brasil: Tecnologia versus Política, segunda, dia 24, às 19h na FNAC Paulista. Vamos lá?

O Google lançou ontem, a personalização dos resultados de suas buscas. Boa notícia para os usuários, que agora podem interferir e classificar o que vêem (vou sentir falta deste acento em janeiro). O Netto escreveu um bom texto onde explica como funcionam os filtros pessoais e as primeiras repercussões da novidade.

2 responses so far ↓

  • 1 Raquel // Nov 22, 2008 at 6:18 pm

    Oi :) Estava pensando que uma outra boa discussão é também a respeito dos usos do Twitter - A Gabriela Zago tem um trabalho sobre isso - e as diferentes autoridades para cada uso. Mas fico pensando em como as agências estão usando tudo isso… Tu vais no Campus Party? Ia ser legal a gente poder discutir isso :)

  • 2 Lucia Freitas // Nov 22, 2008 at 6:25 pm

    Na minha opinião, não, as agências não estão usando tudo isso, nem têm uma visão tão profunda da história. Claro que generalizações são burras em si e há de haver exceção para a regra. Eu estarei na Campus Party, sim, com Luluzinha Camp - reunião das blogueiras (www.luluzinhacamp.com) e o que mais vier. Terei o maior prazer em conversar isso com você e a Gabi (não conheço as duas, falha gravíssima).
    bj

Comente