Ladybug Brasil

Sobrevôos, descobertas, achados. Me deito na web para que as joaninhas (ladybugs, mariquitas) apareçam. Sob meus dedinhos, embaixo dos teus olhinhos.

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Como fazer um site - para qualquer fim

July 2nd, 2008 · 28 Comments

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Eu trabalhei dois anos no portal do Desabafo de Mãe. Vi o bichinho nascer, parar para redesenho/reprogramação, voltar. Fiz mil planos que acabaram não rolando por lá, uma pena mesmo. Acho um projeto lindo, iluminado e tenho muito carinho por ele. Minha participação continua, em outros termos.

E hoje tive oportunidade de ler a bagunça que a Ceila teima em continuar fazendo lá no seu blog. Fazer um site para que as pessoas se expressem não requer tanta confusão assim. Nem este tanto de dinheiro. Eu construí um site muito do bacaninha com 1/4 do dinheiro (hospedagem fora, ok?). Já que a moça teima em não escutar a Joaninha, vamos aos pontos:

  1. Escolha seu foco - e trabalhe nele. Não disperse, não tente reinventar a roda.
  2. Faça um plano de negócios[bb]. Se você ainda não lê inglês, peça tradução aos seus colaboradores. Cerque-se das melhores referências para desenvolver com saúde o seu plano.
  3. Você não precisa entender de design, arquitetura de informação, programação ou tecnologia para construir um bom site. Precisa, isso sim, saber deixar claro o que quer/precisa.
  4. Nada de modelo clássico de briefing, por favor (tm Zander): “eu queria um site super moderno, interativo, dinâmico, com vídeos, música, fotos e comunidade. o problema é o orçamento: duas mariolas e um chicabom”.
  5. Você não precisa entender tudo a fundo mas pode saber que existe OpenSocial, blue print, montanhas de CMSs à sua disposição. Qual o melhor? Todos e nenhum. Escolha o que te serve bem em conjunto com o programador da sua confiança/escolha, use e faça o seu trabalho. Se nenhum resolver, construa o seu, já consciente que terá seus defeitos, limites e indicações.
  6. Escolha uma boa hospedagem, que te dê suporte e permita colocar o projeto no ar.
  7. O que faz a vida na internet é gente e não a plataforma. As URL’s são os nós onde esta gente se encontra. Então o que é importante não é o que e sim quem usa. Escute seu público, atenda, responda. Invista seu tempo em relacionamento com estas pessoas, ajude-as no seu dia-a-dia, transmita informação.
  8. Não imagine nada além do seu negócio. Aprenda o que precisa saber. É SEO? Leia o Bruno Alves; para Arquitetura de Informação, o Revolução Etc. Há uma uma infinidade de ótimos blogs nacionais. Se quiser puder tem montanhas de material em inglês, do lindo e ótimo A List Apart ao Web Designer Wall, sem falar em 37 Signals e suas ótimas ferramentas para implementar projetos - muitas gratuitas, inclusive.
  9. Se leu um livro e resenhou, use. Conectado [bb]é sem sombra de dúvida o melhor conteúdo de referência sobre web do mercado nacional. Se você não consegue aprender com o Juliano, que manda super bem em comunidade, vai aprender com quem?

Sim, eu fiquei irritadíssima com o post citado. Primeiro porque é o espelho de uma jornalista perdida, confusa, que parou de escutar. Segundo porque ali não tem uma citação de blog, um único link decente. Terceiro porque já perdi (agora está provado) montanhas do meu tempo no Gtalk, no Skype e ao vivo explicando estes e outros detalhes e, obviamente, não tive o menor sucesso.

Achar que sistema define tudo e não produzir é um bom caminho pro fim do mundo. De confusões como esta, está cheio o cemitério de projetos. E não quero ver o Desabafo morrer. Embora, confesso, ache o fim da picada deixar os homens fora da jogada e investir pesadamente só em uma ponta da equação. Tenho provas nos meus companheiros do blog do Desabafo e no blog do Roberto Faria, que achei hoje, falando da chegada do seu primeiro bebê e da experiência da gravidez. Estou rachando o bico!

28 responses so far ↓

  • 1 MarcoGomes.com » Como fazer um empreendimento na Internet // Jul 2, 2008 at 10:10 am

    [...] você, meu leitor, assuma que está tudo errado e, se precisar ler algo sobre CMS e programação, vá procurar em outro lugar que não seja o blog da [...]

  • 2 Felipe // Jul 2, 2008 at 11:06 am

    Adorei o seu blog. Há um erro no item 1: “Escolha eu foco - e trabalhe nele. Não disperse, não tente reinventar a roda.” Faltou o S no “seu foco”

    bjo!

  • 3 Jonny - Infopod // Jul 2, 2008 at 11:28 am

    Bom, lendo e aprendendo…

    Por enquanto o projeto plantinhas só consumiu $$$ para a compra do meu notebook para facilitar a programação. De resto, por enquanto gasto zero.

    é a grande vantagem de programar, fazer flash, desenhar, entender a parte biológica, etc etc etc…

    Mas também já estou no 2º ano!!! Se o projeto fosse contra o tempo, seria inviável.

  • 4 cardoso // Jul 2, 2008 at 11:38 am

    Notem no meio um plagiador descarado semi-analfabeto xingando a Lucia… Céus, o garoto balbucia.

  • 5 Jonny - Infopod // Jul 2, 2008 at 11:48 am

    Alguém pode traduzir o que o comentarista 2 quis dizer???

  • 6 Raquel Camargo // Jul 2, 2008 at 12:11 pm

    Sou quase um feto quando o assunto é desenvolvimento na web. Estudo jornalismo, amo internet, trabalho com a mesma, mas estou ainda aprendendo tudo. Já me sinto capaz de criar meus projetinhos, e vou levando. Como a dica que você deu, quando piro com muita coisa técnica ao resolver algum pepino, recorro aos meus colegas que entendem disso. Sistema coletividade: ajudo-os com o que eu sei fazer, e recebo ajuda em troca.
    Também achei uma confusão grandíssima o post da Ceila. Um projeto não é um abacaxi daquele jeito que ela falou… Achei válido seu post.
    beijão, Lu!

  • 7 Navarro // Jul 2, 2008 at 12:30 pm

    Joaninha, o post ficou objetivo e super fácil de compreender, parabéns. Nada melhor para quem quer começar a se aventurar na web. Os aspectos de negócio são comumente negligenciados por pessoas técnicas demais e o contrário também acontece. O importante é cercar-se de informações coerentes, consultar sempre alternativas etc. O ponto “criar um plano de negócios” é fundamental, parabéns por ressaltá-lo usando Guy como referência.

    Jonny, confesso que também não entendi o que o FireBlogger disse.

    Abraços.
    Navarro

  • 8 Liliana // Jul 2, 2008 at 1:10 pm

    Isso sim é um texto!
    Parabéns!

  • 9 Nospheratt // Jul 2, 2008 at 2:41 pm

    Focar 1º na forma e depois no conteúdo é receita garantida para o desastre. E complicar onde não é necessário, só piora tudo.

    E gastar 2 anos e 20 mil reais, para não obter o que se queria… se bem que ela mesma diz lá que não sabe bem o que quer, né?

    Uma pena. Com todo esse tempo e essa grana, o Desabafo já podia ser uma referência nacional, um modelo a ser seguido.

    PS - O carinha do comentário 2 é um sem vergonha que roubou posts meus, me chamou de vadia porque eu reclamei e ainda por cima veio aqui ofender a Lucia do mesmo jeito, porque ela me apoiou. Lamentável.

  • 10 Lucia Freitas // Jul 2, 2008 at 3:20 pm

    Adoro blogs, adoro web, adoro vocês! Obrigada, todos pela contribuição.
    Felipe: já corrigi, obrigada
    Cardoso: já marquei como spam, :D
    Jonny, tô quase apagando o seu segundo comentário, agora ficou sem sentido ;) Sobre o Plantinhas, conta comigo para tudo o que precisar, mesmo. Eu não sei direito o que é, mas tenho certeza que vale a pena.
    Raquel (olha quem apareceu) então, a gente é jornalista, mas pode e deve, sim, desenvolver ótimos projetos na web. É como eu sempre disse: quem tem amigos, não morre pagão. A gente se ajuda, dá o link, o crédito e vai em frente.
    Navarro: Guy é nosso pastor e nada nos faltará :D Sério! O cara manja tudo de negócio na internet, dá pra não escutar? Poderia ter falado de GigaOm e Auttomatic, mas achei melhor deixar no simplezinho…
    Liliana: obrigada, querida. Também ddoro os teus, vc sabe né?
    Nosphie, queridona, nem encana que o ser do além está de volta ao limbo a que pertence. Passou! Este episódio está me lembrando aquele ditado de vó: “quem semeia vento, colhe tempestade”.

  • 11 Pedro Penido // Jul 2, 2008 at 5:16 pm

    Parabéns, Lúcia.
    Belo post.
    Deliciosa leitura, com a árvore de links cuidadosamente semeada. Que inveja! Quase sempre meus posts têm poucos links. :-(

    Preocupar-se com forma em detrimento de conteúdo é algo que não cabe na atual http://www. Se você não sabe nem o que vai falar, quem é que vai saber quem vai querer ouvir??? rs

    abração

  • 12 Lucia Freitas // Jul 2, 2008 at 5:22 pm

    Oi, Pedro,
    Bem-vindo!
    parece ser costume de jornalista não fazer muitos links nem dar referências.
    Acho fundamental aqui na rede, a gente distribuir o máximo de conhecimento. Prezo este caráter educativo acima de tudo - e o círculo que se forma em torno das boas práticas, como pode se comprovar aí em cima.
    Esta história do falar-ouvir, do meio-mensagem, por aqui, tem outras conseqüências e caminhos. Vc notou a preocupação da Lu Monte? Ela é procedente, mesmo. Buscadores podem fazer um ótimo des-serviço, infelizmente.
    quem entende a rede e as conseqüências do que publica tem um cuidado gigantesco ao publicar. Este cuidado é que faz toda a diferença, não?

  • 13 Sérgio F. Lima // Jul 2, 2008 at 6:10 pm

    Opa Lúcia!

    Respondendo aqui o seu comentário lá no Marco… não é que tenha ficado com pena da moça :-) Mas é que pegaram pesado :-)

    Tô meio sem tempo pra acompanhar a blogosfera brasuca… mas quando a chapa esquenta sempre pululam bons textos :-)

    []´s

  • 14 links for 2008-07-03 | .:The worst kind of thief:. // Jul 2, 2008 at 10:38 pm

    [...] of the Many Forms of Web Marketing for 2008A Chronology of Brands that Got Punk?d by Social MediaComo fazer um site - para qualquer fim ? Ladybug Brasil - Sobrev?os, descobertas, achados.Dark Roasted Blend: The Weirdest Examples of Mass [...]

  • 15 Beto // Jul 3, 2008 at 12:04 am

    Lucia, fico realmente envaidecido em saber que recebo visitantes tão ilustres nas machistas páginas do meu blog.

    E o melhor, que você tem se divertido com isso!

    Target 1 - accomplished
    Target 2 - world domination
    Target 3 - try to raise a child

    Uma hora chego lá, por mais que meus cromossomos Y me impeçam.

    PArabéns pelo post, está ótimo, e resume bem vários dos pontos por quais passei. Após algum tempo usando o template padrão do wordpress percebi que, mesmo sem entender patavinas nenhuma de CSS, seria capaz de dar uma carinha mais interessante pro Pai de Primeira Viagem, agregando um pouquinho de forma ao tosco conteúdo.

    beijos,
    Beto

  • 16 Lucia Freitas // Jul 3, 2008 at 12:28 am

    Beto
    Teu cromossomo Y é que dá gosto à história, mesmo. Mulherada escreve quase sempre a mesma coisa, com discretas diferenças. É em vocês que está a diferença, sem dúvida.
    Bem-vindo ao time de conquista ao mundo. E, na minha opinião, vale inverter: crie a criança enquanto conquista o mundo :P
    Sobre o post, sei que deixei mundos de fora, mas simplificar é ótimo, né? Por falar em simplicidade, CSS não é tudo de bom? (o sistema não o imposto) Adoro esta bagaça (que é quase grego, mas eu consigo brincar…)
    Obrigada pela visita, volte sempre

  • 17 Ceila Santos // Jul 3, 2008 at 2:22 pm

    Lúcia, ficar irritada porque o outro não assimila aquilo que você já sabe, pra que isso? Vc que é tão colaborativa sabe o quanto cada um tem seu tempo. As formas do aprendizado são diferentes. enquanto um descobre NA PELE as diferenças do CMs, outro aprende as diferenças dos formatos editoriais. Assimilar convenções de cada área fazem parte também da vivência de cada um. E a internet tem facilitado justamente isso.

    Cansa aguentar o aprendizado do outro, eu sei e agora ficou bastante claro o quanto cansa. Talvez eu não teria a paciência que vc teve no decorrer desses dois anos. Definitivamente não teria.
    Talvez seu eu fosse vc e soubesse da importancia de entender os conceitos do CMS para escolha de tudo teria lhe dito de forma mais direta. Existem os tais CMS e vc precisará decidir por quais vai trilhar…Mas já criei muita confusão citando Talvez e interrogações neste momento… Chega de hipóteses.

    colocar prático o que o conectado ensina? Mas o que acaba de acontecer aqui e agora? Seu post simples e direto foi escrito como? Será super válido para aprendizado de outro. Mais fácil para quem já aprendeu algo como Raquel. Enfim, minha confusão gerou um bom post guia pra quem vai começar. existem outros? existem e muitos: em inglês e português… podem ser encontrados pela pessoa que procura? não sei. essa semana, talvez, sim. mas quando alguém precisar, talvez, não. essa é a razão pela minha demora. nem todos sabem o que procura, mas esse é o grande barato da web, né.

  • 18 Lucia Freitas // Jul 3, 2008 at 7:00 pm

    @Ceila Santos: Ceila, perder tempo, energia e carinho realmente perturbam. Não sou Gandhi, sabia? Ensinar cansa, sim. E a recompensa, em geral, é o progresso do outro. Se vier um dinheirinho é bacana também. Pior que isso é ver, no teu comentário - mais manso e pautado que aquele post saído do além… - que vc insiste em achar que o CMS define alguma coisa.
    Veja, a Raquel ainda está no começo da carreira e já sabe, usa, coloca em prática. Você construiu, mas não habita, não usa. De que valeu o investimento?
    quem procura, Ceila, sempre acha. On e off-line. quem se dá ao trabalho de ler, aprender e escutar seus interlocutores aprende. Rápido ou devagar, não importa, mas aprende. Espantei de ver o Alexandre Carvalho, na lista, dizendo o mesmo que eu repito e repito. A conclusão só pode ser uma: você faz a baderna, mas não escuta ninguém. Como eu disse, um bom caminho pra morrer na praia. E isso, sem dúvida, parte o meu coração.

  • 19 Miriam // Jul 4, 2008 at 12:19 am

    Oi Lúcia,
    Li ee reli os posts. Acho que a minha idade avançada deve ser a razão, mas não entendi o que a jornalista (que não conheço, diga-se de passagem), escreveu que lhe deixou tão brava para esse post. Tudo bem, vc dedicou parte do seu tempo para explicar e, pelo que li, ela não entendeu bulhufas…
    Mas se nós, professores, resolvessemos escrever toda vez que um aluno não aprende ou não quer aprender… É assim mesmo na vida, muitas vezes a gente tenta mas não consegue ensinar o outro!
    O melhor é seguir em frente, ensinando o que sabemos a quem quer aprender.
    Não sei até que ponto é válida essa exposição das dificuldades do outro em um blog.
    Pensei muito se deveria ou não deixar esse comentário… mas isso ficou na ninha cabeça durante todo o dia. E acabei sentindo uma certa simpatia pela moça…
    E qto ao cromossomo Y, vc tem razão… meu cunhado, o José Ruy Gandra, sempre escreve textos bacanas sobre seu filhos. Aliás, o mais novo é meu sobrinho e afilhado querido.
    Abço

  • 20 Alexandre Sena // Jul 4, 2008 at 3:32 am

    Na verdade, as duas estão certas, tanto a Lúcia quanto a Ceila. O que é necessário é procurar o equilíbrio, “o caminho do meio” entre os dois paradigmas. A escolha de plataformas, sistemas e demais ferramentas são importantes, sim, mas igualmente importante é saber adequar as ferramentas às necessidades do cliente. De nada adianta ter o mais avançado CMS do mercado se você não consegue entender qual o objetivo do seu cliente. E de nada adianta ter a melhor das intenções se as ferramentas disponíveis não ajudam (ou dificultam) o trabalho a ser executado. É necessário aliar as duas coisas: a boa qualidade técnica e a sensibilidade humana.

  • 21 Alexandre Carvalho // Jul 4, 2008 at 3:56 am

    “Enfim, minha confusão gerou um bom post guia pra quem vai começar.”

    Ceila, me desculpe, mas teu post que originou tudo isso pode ser qualquer coisa, menos um guia para ensinar o que quer que seja a alguém, porque não dá para entender qual foi tua linha de raciocínio naquele texto.

    Como eu disse anteontem na lista de discussão, só dá para entender uma coisa ou outra, e muito superficialmente.

  • 22 Lucia Freitas // Jul 4, 2008 at 8:26 pm

    Miriam,
    Agradeço teu comentário, ele me ajudou a superar a frustração que estava sentindo.
    Eu defender o meu post é bem cabotino. Não o farei. Acho que as reações dizem se é válido ou não. Optei por parar de proteger a “aluna” e testar em público se estava fora de mim.
    Adorei a história do Gandra. Realmente, os homens têm muito a acrescentar.
    bj e obrigada pela visita

  • 23 Fillipe Neyl Walecki // Jul 10, 2008 at 12:01 pm

    Olá Lúcia, tudo bem?
    Trabalho com web há 6 anos e fiquei de cabelo em pé quando li o post da Célia. Como dono de uma pequena agência web, eu já li muitos relatos e textos sobre empreendedorismo e achei que a Célia mais assusta do que ajuda quem precisa de direções neste mundo de conteúdo, sistemas e web.

    Parabéns por sua abordagem, que se fosse seguida pelo menos em partes por todos, geraria projetos web bem melhores e focados no que realmente importa: o usuário.

    Bjo

  • 24 Fillipe Neyl Walecki // Jul 10, 2008 at 12:15 pm

    Corrigindo: o nome da moça é CEILA e não Célia né… desculpe o erro…
    Bjo

  • 25 Lucia Freitas // Jul 10, 2008 at 8:10 pm

    Fillipe Neyl Walecki
    Seja bem-vindo. Eu também trabalho com web, não há tanto tempo quanto você. Não tem nenhum bicho de sete cabeças na conversa, eu acho. A Ceila é uma ótima pessoa, meio perdida, meio confusa, mas um ser do bem. Eu confesso que tenho tolerância próxima ao zero com confusões em determinadas áreas. Agradeço do fundo da alma o teu comentário. bj

  • 26 A escolha do CMS « Mídia Social // Jul 15, 2008 at 7:11 am

    [...] Depois que Marcos Gomes me crucificou na blogosfera porque não sei tecnologia e a Lúcia ficou irritada porque sou confusa ( ela me ensina o segredo da blogosfera, mas ainda fico preocupada e [...]

  • 27 Ceila Santos // Jul 15, 2008 at 2:42 pm

    segue o upgrade do trackback como resultado dessa conversa ( valeu!) : http://midiasocial.wordpress.com/2008/07/15/a-escolha-do-cms/

  • 28 Links de agosto. Webdesign. // Aug 12, 2008 at 9:08 am

    [...] Lista de procedimentos para fazer um site, da Ladybug. [...]

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