Jornalistas também sonham. O Luiz Nassif em janeiro, sonhou. Sonhou com a redenção da Cauda Longa, o conhecimento espalhado em pequenos pacotes, solto, livre e acessível. E começou o seu projeto para esclarecer melhor a Veja.
O projeto cresceu. Está bem grande. E a Veja continua no um milhão de exemplares. Mas a história, sabemos, não acabará. O Bender chamou um google bomb em favor do bom jornalismo. Coisa que só um blogueiro jornalista consegue entender. Ou será um jornalista blogueiro? Ah, favas! Tanto faz!
O sonho do Nassif, esse homem justo, consistente e batalhador era bem simples: que o seu protesto, através destes nós que só a rede tem o poder de formar, pudesse se espalhar. Pois bem, Luiz. Agora vai. Com a nossa ajuda, quando alguém procurar Veja no Google, vai dar com os costados lá. Já funcionou uma vez. Quem sabe a gente faz de novo?
Quer saber mais? Leia Jornalismo de boa cepa
O selinho foi feito pelo Gravataí/Merengue
Outros bombardeadores:
http://www.benderbl
http://www.malvados
http://www.interney
http://documentotup
http://www.proveiss


4 responses so far ↓
1 Luiz Nassif e a Blogosfera > Google Bomb na Veja! | Prove Isso.net // Feb 28, 2008 at 2:37 am
[…] eu, com aquele primeiro post; o Imprensa Marrom, do Gravataí/Merengue; o Documento Tupiniquim; a Lady Bug, primeira dama do movimento; e os […]
2 Raquel Camargo // Feb 28, 2008 at 9:31 am
Ahh, fique sabendo que não precisa pedir licença, a casa ali é sua também. Liberdade de expressão é isso aí! Viva a web-autonomia =D
3 Thomas // Mar 1, 2008 at 1:13 am
Qual a idade do pessoal participando dessa pichação tola? O que se ganha? Criticar sim, vandalismo não;
Thomas
Leia mais, estude mais e saiba: ninguém aqui está fazendo “pichação tola”. Informe-se, rapaz. Usar links é direito de todo cidadão digital. Trata-se de um protesto legítimo contra um abuso. E se quiser criar novas práticas, fazer outras propostas, por favor, dirija-se ao seu próprio blog.
4 Agradecimento à todos participantes do bombardeio // Mar 5, 2008 at 1:02 pm
[…] partir disso o número de colaborações foi aumentando bastante e hoje eu e a Lúcia Freitas contamos cerca de 60 links. É difícil precisar quantos foram com certeza, pois nem todos foram […]
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