Ladybug Brasil

Sobrevôos, descobertas, achados. Me deito na web para que as joaninhas (ladybugs, mariquitas) apareçam. Sob meus dedinhos, embaixo dos teus olhinhos.

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Debate de Blogs; agora é que são elas!

August 14th, 2007 · 3 Comments

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O Wagner Fontoura do Boombust teve a idéia genial da semana: fazer um “esquenta” pro BlogCamp. (suspiro). A minha semana está um caos, cheia de compromissos, e quase declinei – não fosse o Paulo Lima (que vai publicar tudo no dia 18) e me chamou à responsabilidade para discutir sobre a influência das redes no desenvolvimento da Blogosfera (Grupo 2). Detalhe: o próprio Wagner é rebatedor do time… meus petit-pois terão de reunir os neurônios para tarefa honrosa de conversar com tantos moços: Leo Faoro; Calebe e Jobson Lemos estão na parada…

Leia o que vou mandar pra debater
colocação número um:
Redes… Ueba, Via 6, Digg-like, twitter, del.icio.us, flickr, listas de discussão, fóruns, rss. Todos nós usamos tudo isso para nos alimentar – seja de leitores, seja de matéria-prima para posts. Se usamos as redes, também fazemos parte delas. Nós as fazemos, com nossos afetos e desafetos, participações (generosas e egoístas). É nelas que vemos nossos leitores chegarem perto.
Vocês não acham que é uma nova camada de conhecimento, um verdadeiro work in progress, onde o que há de melhor e pior das relações humanas se revela?
Já se disse que os grupos virtuais são os seus maiores inimigos – e nós todos já vivemos os flames que resultam disso. Na “blogosfera”, esta entidade sem limites não existem os tais moderadores ou gerentes de comunidade. Eu fui (e sou) contra o código (raso) de conduta que o O’Reilly propôs. Mas conforme o caldo blogueiro engrossa, pode ser que a gente precise, sim, de um código. Vale? Não vale? O que vocês acham?

Colocação número dois:
Vocês acreditam que a nossa expertise em garimpar e publicar notícias cria diferenças? Quais?
Uma pergunta que não quer calar:
Qual a função de uma rede?

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3 responses so far ↓

  • 1 Jobson Lemos // Aug 14, 2007 at 11:27 am

    Excelentes suas colocações. Como jornalista profissional vou me ater a dois pontos: a garimpagem, como você colocou e a audiência.

    É fundamental para qualquer comunicador sistematizar sua apuração, estabelecer fontes mais ou menos confiáveis e editar o material deixando passar apenas o que é de fato interessante e novo. Disso resulta que cada um acaba construindo ou arruinando a credibilidade de sua informação. E é aí que entra a audiência. Na medida que sua credibilidade cresce, seu público fiel também aumenta e dá a seu trabalho uma longa vida e novas perspectivas. O código de conduta acaba por ser esse, adaptado às ambições de cada um. Escrever para um nicho, para os amigos? Ou ser de fato uma fonte de infomação para a sociedade? Eu particularmente acredito que não haverá a prevalência de alguns sites, mas a combinação de diversos blogs a alimentar de informação a internet.

  • 2 Lucia Freitas // Aug 15, 2007 at 12:31 am

    Oi, Jobson
    Primeiro ponto: comunicar não é privilégio de nenhuma profissão – é coisa de mamíferos de sangue quente, que precisam nutrir suas crias.
    Entre nós, humanos, comunicação é algo bem mais sofisticado do que apurar, cativar fontes e editar bem (trabalho lindo, que adoro, diga-se). É descobrir e nutrir conexões, manter uma rede funcionando, operar as mudanças, criar valores.
    Lembre: estamos discutindo a influência das redes na blogosfera.
    Já ouvi muito a expressão “criar presença na internet/web”. web é teia, rede pura. Como criar um nodo, um ponto onde você existe? Para você, jornalista, é informação bem-apurada. é isso? Só? quais os comportamentos que interferem nisto?

  • 3 Calebe // Aug 15, 2007 at 10:27 pm

    Jobson, lúcia!

    Tenho uma dúvida com relação ao que você disse sobre “não haver, no futuro, a prevalência de alguns sites, mas a combinação de diversos blogs a alimentar a informação da internt”

    Acredito que o formato blog já possui sua inserção nos grandes sites, cada vês mais vejo que eles aderem à “literatura” mais pessoal. Já a credibilidade está justamente no passado do blog, quando este já é responsável por publicações que são válidas e reais, a credibilidade se insere no contexto de que um blog, assim como o “jornal”, é capaz de publicações tão exemplares quanto este.
    Agora, atentemos para blogs como o formato do novo-mundo.org e seu similares; acredito que nestes blogs não há o que se falar em credibilidade, visto o seu conteúdo que não exige tal aspecto, seu entretenimento singular e pessoal já faz por si um leitura “fiel” aos seus próprios fins: a pessoalidade de suas publicações. (Não quero dizer que o Novo-Mundo não tem credibilidade, quero dizer que a credibilidade em sim somente comporta determinados tipos de informações.

    Quanto ao código, como dizer de um código se “diários virtuais” podem ser feitos por qualquer um, a qualquer tempo, sobre qualquer tema*. Blog, justamente por ser pessoal, terá seguidores fieis, sendo o seu dono adepto ou não de uma Conduta Definida. Acredito que não há o que se dizer de um Código – Essa é minha visão, “até o momento”.

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