Lúcia, responda sem pensar: quem nasceu primeiro - o ovo ou a galinha? Você não esclareu a tempo, agora não tem mais importância!
O assunto palpitante é que finalmente descobri de onde vem aquele som intermitente, que furou todas as barreiras colocadas com o triplo vidro isolante (é claro que não estou me referindo ao bombardeio eletrônico de nosso amigo do quinto andar).
Contra o zumzumzumzum tentei três recursos: o tal isolante, entupimento das orêia com aquelas borrachinhas de espuma que nos dão em aviões e comprimidos de Ansiodorum, para conseguir dormir. Em vão.
Num assomo de inteligência, deduzi que o ruído viria talvez do sétimo andar. Fui lá, atenciosamente recebido por um funcionário. Perguntei-lhe se no escritório havia equipamento de ar condicionado. Sim. Ele, que é perito em informática, explicou-me que o equipamento TEM de ficar ligado a noite inteira, caso contrário haverá aquecimento e toda a aparelhagem eletrônica corre o risco de pifar. Frisou também que lá é um estabelecimento COMERCIAL.
Eu pifei antes… Caríssima síndica, há algo que possamos fazer?
Quem sabe no lugar do Ansiodorum tomar Maracugina… e também plantar um pé de maracujá na minha varanda. Qual é seu palpite?
Carlos Eugênio Marcondes de Moura





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1 Patrícia Kalil // Jun 14, 2007 at 6:29 am
e agora? aguardo o próximo capítulo!
a) como alegrar a síndica
b) como a maracujina falha
c) como um ladrão mascarado e anônimo entrou no seu prédio, foi ao sétimo andar e entrou na tal empresa ‘residencial’, colocou o último geek preso no banheiro e roubou todos os aparelhos de ar condicionado.
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