Ladybug Brasil

Sobrevôos, descobertas, achados. Me deito na web para que as joaninhas (ladybugs, mariquitas) apareçam. Sob meus dedinhos, embaixo dos teus olhinhos.

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Eu voto Amazônia!

June 30th, 2009 · 1 Comment

Eu voto amazônia

Não bastou elegerem mais novas maravilhas do mundo. Agora é a vez das Maravilhas naturais. E alguns brasileiros bem intencionados lançaram a campanha Eu Voto Amazônia. A idéia é que se a Floresta ganha, talvez ela receba mais proteção, recursos, pesquisa. O processo de votação é simples: você conta só o seu e-mail (vale qualquer um, desde que válido) e escolhe. O Site brazuca não fez por menos e sugere as escolhas pra quem tem dificuldade com o inglês. Invista 15 minutos do seu precioso tempo. Mal não fará – eu, pessoalmente, ando descrente da humanidade e duvido do bem. E tomara que esteja errada.

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Achados na web 56

June 28th, 2009 · No Comments

ladybud-ladybuxDireto do Reader:

# Denuncie spammers do Twitter. Grande Cardoso, sempre à frente

# como usar o twitter para atirar no próprio pé. Quem adivinhar qual é a empresa que deu tiro no pé ganha pirulito! (sem ler o post antes)

# 10 padrões de interface de usuário que merecem a sua atenção. Em inglês, cheio de referências bibliográficas. P* artigo bão.

# Finep divulga a lista de empresas qualificadas no Prime

# HTC Hero, no Digital Drops – sonho de consumo pouco é bobagem. [Leia mais →]

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Magia Bruxa: um santuário digital a seu alcance

June 27th, 2009 · 4 Comments

Faz tempo que eu sobrevôo o Magia Bruxa. Até a semana passada, estava no blogger e acaba de ganhar um lindo layout e todas as funções e navegabilidade que a gente espera de um blog em WordPress. Mas eu não estou aqui para falar das diferenças entre as ferramentas para blogar. Para isso você tem o Alessandro Martins, no Quero ter Um Blog, fazendo um ótimo trabalho.

Já tem algum tempo que oscilo entre o completo ateísmo e a crença numa energia espiritual. Parte do Deusario, impossível não pensar nas Deusas, nos mitos, na força que temos para mudar as nossas vidas. O Magia Bruxa é, como a própria Debora descreve, um santuário, um lugar para venerar a Vida, a Deusa e a Mãe Terra.

De toda forma foi lá que consegui re-ligar (ou re-conectar, como preferir) meu lado espiritual, mais que abandonado, negado desde a “eleição” do papa católico que aí está. Não, eu não pratico todas as datas, muito pouco os rituais. O bem do Magia Bruxa, para esta Joaninha, está na sua simples existência e atualização. Inspira na caminhada da vida inclusive porque, junto com a mudança, vi nascer uma escola online, o Arco de Artemis (um serviço pago para quem se interessa pelo assunto). E no blog, os posts tranqüilos e claros, absolutamente leais às crenças de sua autora. Suspiro e volto a respirar.

Longa vida e sucesso na casa nova, Debora Rocco, minha querida companheira no Deusario.

Imagem: The Guardian of the Inner Sanctuary, alicepopkorn, no Flickr CC-BY, NC, SA (que também ilustra o Sobre do blog)

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#forasarney

June 26th, 2009 · No Comments

Não é de hoje o descalabro. Quando era presidente o imortal José Sarney já aprontava das suas. Hoje, às 15, houve passeata no Maranhão para pedir o fim da dinastia. No twitter, desde esta hora o #forasarney está em ação.

Agora à noite, meu padrasto mandou uma réplica de um artigo da Veja de maio de 1986. Não é de hoje que o moço apronta. A imagem está no Acervo Digital da revista (14 de maio) e eu coloquei a imagem no Photobucket … quem quiser pega lá.

Update: Folha Online publicou a notícia. #forasarney foi tema mais twittado de sexta… uhu!

Photobucket

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Camiseta Biodegradável

June 26th, 2009 · No Comments

camiseta biodegradável
Está fazendo furor na Etsy, uma das lojas online mais bacanas lá fora. A Lena, uma ceramista inventou de criar uma camiseta sustentável de verdade.

Com o nome “Eu sou compostável” (tradução de “I’m Compostable), o design foi criado para os amigos que estão se tornando quarentões. Colocou todo mundo para dar risada e falar bobagem. Na tentativa de inspirar outras pessoas a pensar nos benefícios ambientais da compostagem

Lena quer inspirar as pessoas a pensar sobre os benefícios da compostagem e fez uma pequena tiragem de camisetas realmente biodegradáveis. Em vez de plastisol – matéria prima das impressões comuns –, as letras foram impressas com tintas à base de água. O algodão é 100% orgânico e vem da Carolina do Norte Use até acabar. Depois retalhe a camiseta e entregue-a às minhocas para fazer um belo adubo para o seu jardim.

As camisetas femininas estão disponíveis nos tamanhos pequeno, médio e grande. As masculinas no médio, grande e extra grande. Esta invenção graciosa está à venda na loja da moça na Etsy e podem ser compradas no Brasil – por quem tem cartão internacional, claro está.

Além disso, a sustentabilidade não termina na camiseta. Ela é embalada em celofane biodegradável com barbantes e as caixas ou são reutilizadas ou são as caixas de sapatos dos vizinhos de Lena. :D

Preço do frete: $8.00 USD; da camiseta: $20.00 USD

Via Blog da Ecotece

Imagem: divulgação

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Quem ganhou moleco?

June 26th, 2009 · 2 Comments

Moleco chegou

Muito bem: a Simone Smiletic levou o moleco pra casa. Como sobrou um, eu vou oferecê-lo à dona Lu Monte (que, como eu, participou de uma promoção para ganhar um e não levou). Parabéns!

Por favor, mandem seus endereços para freitas.lucia (@) gmail.com para que possamos enviá-los.

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Disparos sobre a segurança pública

June 25th, 2009 · 2 Comments

Já falei do Ponto Quarenta, do Roger Franchini, que me grudou logo no primeiro capítulo. Depois da resenha fiquei aqui amadurecendo algumas questões que tenho sobre a Segurança Pública no Brasil. São pontos de vista muito pessoais, baseados em coisas que vi e vivi – e que tive o prazer de compartilhar com o Roger.

Eu só tenho alguns poucos insights porque conheço pessoas tanto na Polícia Civil quanto na Federal, além de ser do tipo que fala até com poste e conversar com os PMs que circulam pelo meu bairro, eventualmente. Ninguém fala muito sobre seu trabalho, mas segurança pública é uma questão absolutamente fundamental para ser discutida. Em público, aberta e democraticamente. Não discuto a polícia em si. Na verdade não existe “a polícia”, existe? Temos a Guarda Municipal (é o nome aqui em S. Paulo, muda em outros cantos), a Civil, a Militar, a Federal… Mas estas “polícias” são apenas um pedaço de algo muito mais complexo e escorregadio.

Se a gente pensar que a nossa sociedade tende à imaturidade (no sentido de não assumir responsabilidade) e a olhar as coisas “de cima pra baixo” (o governo que resolva, isso não é problema meu) e a correr pros braços dos “bandidos” sem piscar – vai me dizer que esta montanha de seguranças que eu vejo aqui nos Jardins não são ou foram policiais? – talvez tenhamos uma visão de que segurança é um direito de todo mundo e, como tal, construída coletivamente.

Eu tenho alguns acontecimentos nada agradáveis na minha vida. Aos 22/23 um grupo de 4 menores entrou na casa da minha família, fez todo mundo de refém – até coronhada eu tomei… – e tudo terminou em… nada. Esta mesma casa foi assaltada/furtada umas 7 vezes. Eu mesma fui poucas vezes vítima (coisa rara em S. Paulo), o que credito ao meu tamanho (tenho 1,80m) e à atenção com que ando nas ruas. Sem falar que, depois dos 28, ao tomar um susto num sinal na Rui Barbosa, eu decidi que criança não manda em mim. As rezas da minha mãe devem funcinar, porque depois desta, nunca mais passei nenhum aperto com menores.

Há confusões gigantescas no Brasil. Mendigos e sem-teto, estes geradores de desconforto, lembretes de que a gente está ameaçado de exclusão a cada instante, são vistos como “bandidos”. O deputado/vereador/senador que rouba milhões é reeleito (vale para todos os outros cargos). O juiz, ah, o juiz… e os advogados? Eu já ouvi um, em pleno restaurante – lugar público, portanto, dizer: “Juiz a gente compra e pronto”.

Segurança pública é um sistema intrincado e gigantesco. Envolve do micro ao macro. E esta divisão PM x civil x municipal se presta a quê mesmo?

A minha conversa sobre segurança pública começa nos meus direitos e se fundamenta no sexto artigo da constituição. A segurança, de alguma forma que ainda não discriminei para mim mesma, está absolutamente ligada à liberdade (inclusive de expressão).

Não adianta nada a gente, “cidadão mortal” (mesmo, né?) ficar em casa, atrás de grades, das câmeras ou de PMs contratados nas horas de folga.

Para mim, a história da segurança pública é igualzinha à do meio ambiente: ou todo mundo cuida junto ou todo mundo se ferra junto. Acho uma enorme idiotice a gente virar as costas ao que acontece dentro das Delegacias, Presídios, Fóruns e ficar só no fala-fala de sempre. Esta história vai dar trabalho. Trabalho de educação, de construção de pontes (afinal, não são corporações transparentes e nem vão querer ser), de política. Eu acredito em micropolítica, que pequenas mudanças podem causar grandes deslocamentos. E acho, sinceramente, que aqui no digital a gente pode construir uma conversa muito bacana.

Até porque a questão da segurança se liga a outras: preconceito, questões de gênero, cidadania em geral.

Outro lado – O Roger, do Cult Cool Freak conta:

Suas preocupações são muito parecidas com as daqueles que se preocupam com o futuro de nossa sociedade. Você mostra muita sensibilidade em analisar essa realidade, sem nunca ter participado da ética policial. Ética esta, diga-se de passagem, canhestra e que só se aplica na relação policial-bandido. É preciso ultrapassar a linha da legalidade e sujar as mãos com o ilícito para manter as ruas limpas, como quer todo mundo. Todavia, o “todo mundo” não desejar mudar as diretrizes políticas do governo estadual. A estrutura da polícia civil é arcaica, e todos os seus cargos são políticos, por indicação. Quem se revolta contra isso é colocado de lado, no pior cargo da polícia: atender o público nos distritos policiais.

Os bons preferem calar a ter que mentir e viver as glórias da hipocrisia. Garanto a você que só consegue ir para os melhores lugares da polícia (DHPP, DENARC e outros) quem se adequa à ideologia de quem detém o poder político naqueles instantes. E isso não mudará. Porque não há pessoas que desejam isso. Há um ou outro aqui que deseja ser policial pelo mérito, e não pelas costas e influência quentes que podem angariar. A sociedade somente sofre com isso quando algum crime muito grave lhes atingem e respinga na mídia. Se não, pouco conta nas estatísticas.

O bom é saber que pessoas como você se interessam por essa discussão. Isso me deixa mais feliz, porque sei que ainda há esperança em alguns setores. Espero, sinceramente, que esses indivíduos se unam no objetivo de mudar politicamente alguma coisa. Porque se não for pela política, nada será alterado. Falar, falar, falar e falar nos deixa menos culpados, mas não resolve nada. E eu já não me sinto menos culpado por só falar. Precisei registrar em um livro o que sentia, para que isso se espalhe.

Alguns links para pensar:

Mídia e violência: dica do Roger…

Silvio Meira falando de como usar a internet para criar paz

Sim, além de sumir com o ODEREZA do mapa, eu quero segurança, quero que as pessoas possam falar ao celular, ter carros bacanas, andar à noite sem medo. Que elas acreditem que estão seguras nos ônibus, no metrô, no trem. São desejos que sei que preciso plantar para o futuro. E eu intuo que existem pessoas, neste mundo digital, que também se importam. A vida importa. Porra!

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Saco é um saco: Ministério do Meio Ambiente na luta conosco

June 23rd, 2009 · 7 Comments

“Saco é um saco. Para nós, para a cidade, para o planeta e para o futuro”. Esse é o slogan da campanha nacional do Ministério do Meio Ambiente lançada, nesta terça-feira (23), pelo ministro Carlos Minc, em São Paulo, com apoio da rede de supermercados Wal-Mart. A iniciativa pretende conscientizar o cidadão a recusar as sacolas plásticas, sempre que possível, adotando alternativas para o transporte das compras e o acondicionamento de lixo.

“Hoje é um dia feliz e que todos se liguem nesse bom exemplo. Vamos reduzir o consumo de sacolas, reutilizá-las e recusá-las sempre que possível e fazer com que, brevemente, sejam como as latinhas de alumínio, permitido que a indústria do plástico possa fechar o circuito, seja com geração de energia, de outro plástico ou de compactos para construção”, enfatizou Minc durante o lançamento.

Para sensibilizar a sociedade, dois vídeos de trinta segundos foram produzidos para a campanha e apresentados durante o lançamento. Em um deles, com o discurso descontraído e bem-humorado, o garoto-propaganda da campanha, o fundador do grupo AfroReggae, José Júnior, estimula o cidadão a recusar, reduzir e reutilizar os sacos plásticos. Peças impressas, como anúncios, folder, cartaz e adesivo, também foram produzidas para divulgação. Para completar, está no ar o blog da campanha com informações e dicas de consumo consciente, bem como alternativas ao uso de sacolas plásticas nas atividades do dia-a-dia.

Anualmente, o Brasil consome 12 bilhões de sacolas plásticas e cada brasileiro utiliza aproximadamente 66 sacos por mês. Esses dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e outros do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) mostram que o estrago das “inocentes” sacolas plásticas já está chegando até locais distantes, considerados verdadeiros paraísos ecológicos e turísticos. Além disso, 500 bilhões estão por aí entupindo rios, lagos, bueiros, poluindo o mar, matando peixes, tartarugas e outros animais.

Erros crassos? Esqueceram de colocar os vídeos no YouTube e o blog não está funcionando direito. Parece que ganhamos companheiros de peso na luta contra as sacolinhas plásticas.

Via site do Ministério do Meio Ambiente; dica da Lu Monte

Imagem: Plastic Bags awaiting for Recycling, de evelinshere, no Flickr em CC

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