a) Educação Ambiental – projetos efetivos de escolas, associações, cooperativas e quaisquer entidades ou indivíduos que atinjam a população com idéias e conceitos sobre consumo consciente, separação de resíduos sólidos urbanos e reciclagem. A reciclagem de PET deverá estar necessariamente contemplada. Prêmio de R$ 2 mil.
b) Pesquisas e Processos – pesquisas acadêmicas, máquinas ou projetos de novas tecnologias e aplicações que contribuam para a realização da reciclagem mecânica das embalagens pós-consumo de PET em qualquer fase do processo. Prêmio de R$ 2 mil.
c) Coleta e Separação – serão contempladas as ações da coletividade, desenvolvidas por entidades sem fins de lucro e/ou órgãos governamentais, que efetivamente incrementem a coleta local ou regional de embalagens pós-consumo. A coleta e separação de PET deverão estar necessariamente contempladas. A participação de Projetos de Pessoas Jurídicas está contemplada na Categoria Ação da Empresa. Prêmio de R$ 5 mil.
d) Ação da Empresa – ações ou projetos de pessoas jurídicas que estimulem a separação e coleta de materiais recicláveis, interagindo com a comunidade e contribuindo para a disseminação da reciclabilidade do PET. Divulgação do projeto.
e) Reportagem Ambiental – reportagem, artigo ou série de reportagens publicadas em mídias de qualquer tipo, por veículo de cunho jornalístico, que valorize ações em prol da reciclagem e/ou a utilização de material reciclado em novos produtos. A reciclagem de PET deverá estar necessariamente contemplada pela reportagem. Prêmio: um computador portátil. Prêmio de R$ 1 mil.
f) Arte e Moda – artigos de confecção e/ou realizados artesanalmente que possuam embalagens de PET como base e estrutura. Tais embalagens poderão receber pinturas, cortes, costuras e qualquer tipo de intervenção não industrial.
Vocês lembram da história do Plastiki? Eles chegaram hoje a Sidney, na Austrália, depois de navegar mais de oito mil milhas náuticas e 130 dias de viagem. A embarcação, produzida com 12 mil garrafas PET, atravessou o Pacífico para mostrar que tecnologia pode ser limpa e a gente precisa cuidar do nosso lixo para ontem. Um dos muitos alertas do site: você sabia que praticamente todas as garrafas plásticas já produzidas continuam a existir?
Annie Leonard e a galera do Free Range Studios acabam de lançar o novo vídeo da série A História das Coisas. Agora é a vez dos cosméticos. Vale prestar atenção porque estes documentários são muito bem pesquisados e fazem todo sentido.
A boa notícia é que o site já tem versão internacional, com uma versão em Português-PT e aceita ajuda para fazer traduções em outras línguas. Claro, a gente sempre pode usar a tradução ruinzinha do YouTube…
O projeto Alô Recicle é uma parceria da Nokia – que tenta convencer seus consumidores a entregarem os equipamentos para reciclagem – e o grupo Pão de Açúcar. Desde a última segunda, dia 19 de julho, 41 lojas em São Paulo, Fortaleza e Salvador passaram a receber celulares para reciclagem. Durante o primeiro mês vale a promoção Troca com Troco. A Nokia paga R$ 30 pelos seus próprios aparelhos e R$ 15 pelos de outros fabricantes (o dinheiro só pode ser usado na compra de outro celular Nokia, leia o regulamento com atenção).
A ideia da Nokia de criar um programa de reciclagem de celulares no País surgiu após pesquisa realizada em 2008, com a participação de 6.500 pessoas de 13 países, incluindo o Brasil. Segundo o estudo, apenas 3% das pessoas no mundo costumam reciclar seus celulares usados. No Brasil, o número é ainda menor: apenas 2%. A maior parte dos usuários guarda os aparelhos antigos em casa, sem uso. Três em cada quatro consumidores nem mesmo cogitam a reciclagem e quase a metade dos entrevistados nem sabe que isso é possível.
Estimativas da empresa apontam que se todos os cerca de 4,8 bilhões de usuários no mundo devolvessem pelo menos um aparelho, seria possível economizar 380 mil toneladas de matéria-prima e reduzir a emissão de gases – o mesmo efeito que retirar quatro milhões de carros das ruas. Por isso, além dos postos de entrega, é possível calcular no site quanto você e seus seguidores no Twitter conseguiriam retirar do meio ambiente se reciclarem um dos celulares que devem ter aí em casa. O meu caso em particular está aí em cima . Aqui embaixo o efeito da @redeecoblogs.
Só achei meio non-sense a logística da coisa. Os pontos para descarte receberão aparelhos, baterias e acessórios. Todos os materiais coletados serão recolhidos pela Nokia e encaminhados para um centro de triagem na cidade de São José dos Campos, interior paulista. De lá, seguirão para o exterior – as baterias encaminhadas para um parceiro da operação na Cidade do México e restante do material reciclado vai para Chicago, nos Estados Unidos.
Eu já tinha visto o Primeiro Livro lá na Srta. Bia. E a Lis Comunello me convidou a seguir com ele. Este é um meme que eu quase fiz sem convite – afinal, eles são para isso: replicação por quem quer.
Primeiro livro sempre vai lembrar a minha avó Esther (sorry, mãe). Era ela quem lia as histórias dos irmãos Grimm para mim, de uma coleção que mais parecia uma enciclopédia. Aliás, tinha a uma capa bem parecida com a da Britannica que habitou por muitos anos as estantes de minha casa. O meu primeiro livro, mesmo, foi “O Menino do Dedo Verde“, de Maurice Druon (Ed. José Olympio, 160 pág., R$ 22,00). Ganhei da minha avó, quando tinha uns 8 anos, acho, com uma dedicatória linda. Um clássico da literatura infanto-juvenil com uma história encantadora de um filho único, nascido em berço esplêndido com o dom de transformar o mundo com sua magia única. Até hoje, Tistu, o menino do dedo verde, me faz sorrir. Li, reli, li de novo… Sei a história, daquelas cheias de moral e bons costumes, de cor e salteado.
Embora seja um texto antigo, acho que o livro chegou à 82ª edição exatamente por ser encantador. E por dizer que todos nós temos um dom especial – para o bem e para o mal, aprendi depois de adulta.
Que este meme siga se replicando pelos blogs. Quero saber qual foi o primeiro livro da Letícia, da Denize, da Zel, do Zander e da Gabi Butcher.
Quem diz não sou só eu, é o IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor), depois de fazer uma pesquisa sobre os preços e velocidades dos serviços de banda larga oferecidos por empresas de telefonia. A banda larga brasileira é cara e lenta. Duh!
Para descobrir esta obviedade, o instituto consultou os sites, contratos e Serviços de Atendimento ao Consumidor. Entre março e maio de 2010, analisaram os serviços da Oi, GVT, Net, Ajato e Telefônica em Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Belo Horizonte e São Paulo. Resultado óbvio para quem precisa desta conexão e vive em busca da melhor saída: as empresas não garantem a entrega da velocidade ofertada e, ao contratar planos de “baixa velocidade”, o consumidor paga mais caro.
A advogada Estela Guerrini, responsável pela pesquisa, buscou provas da necessidade de mudanças nas normas e na fiscalização. O descumprimento da oferta dos serviços de banda larga, as cláusulas contratuais abusivas e a propaganda enganosa já são alvo de Ação Civil Pública movida pelo IDEC contra a Telefônica, Oi, Net São Paulo, Brasil Telecom e Anatel. Enquanto o julgamento não sai, a entidade conseguiu liminar que obriga as operadoras a publicar o seguinte alerta em seus anúncios: “a velocidade anunciada de acesso e tráfego na internet é a máxima virtual, podendo sofrer variações decorrentes de fatores externos”. A ordem judicial também garante ainda que o consumidor possa rescindir o contrato, sem ônus em caso de má qualidade do serviço.
Que internet é direito fundamental é algo que já sabemos há tempos. Comemorei no Twitter a minha libertação do Virtua (aka Net). Antes de contar o resto da pesquisa dois testemunhos: a nova empresa nas primeiras 24 horas de serviço está me entregando uma imagem PERFEITA na TV (claro, o meu sinal voltou a ser digital, duh) e a velocidade da internet está bem boa. Acabou a graça de abas não recarregarem quando abro o Chrome ou o Firefox (o pau acontecia nos dois), de ter que reiniciar modem a cada doze horas. Claro que nada é perfeito e, embora a internet siga perfeitamente bem (não vamos comemorar antes da hora), o controle remoto da TV dançou e simplesmente não funciona. [Leia mais →]
Há mais de um ano, fiz um post sobre o perigo das lâmpadas econômicas, que são altamente tóxicas por conta do mercúrio que contem. Este material contamina nossos aterros, ares e corpos e pode causar mutações genéticas e câncer. Este assunto sério é o foco do trabalho da Naturalis Brasil. A empresa de Itupeva, São Paulo, desenvolveu uma maquininha sensacional, o Papa-Lâmpadas. Ao depositar a lâmpada lá, ela extrai o mercúrio de forma segura e tritura os outros materiais. Como resultado, a gente preserva o meio ambiente.
Descobri a história porque aconteceu uma operação Papa Lâmpadas aqui em São Paulo no começo de julho. E aproveitei para conversar com o Plínio César Di Masi, sócio da empresa, sobre a máquina, como funciona e como contratar o serviço. [Leia mais →]
O concurso cultural Clique São Paulo é a invenção da Cyrella para o lançamento de um empreendimento no centro da cidade. Os detalhes que me chamaram a atenção no regulamento e trouxeram este post à interwebs:
Os interessados em participar deste concurso deverão fotografar a região central da cidade de São Paulo, com foco a apresentar os principais atrativos desta região, seu aspecto cosmopolita e traços de uma arquitetura contemporânea e moderna.
O concurso é aberto a pessoas com quaisquer níveis de conhecimento e afinidade com o universo fotográfico, não havendo restrições a amadores ou profissionais da área.
Serão escolhidas 15 (quinze) fotografias segundo os critérios de criatividade, adequação ao tema proposto e qualidade.
Cada participante poderá participar com 5 fotografias.
As 15 (quinze) fotografias selecionadas serão expostas a partir de 29/7/2010 no stand de vendas da Praia do Forte Empreendimentos Imobiliários Ltda, em que além das fotografias, também serão ressaltados o nome do autor, e seu eventual endereço eletrônico de portfólio fotográfico. Os direitos autorais da imagem continuam pertencendo a seus respectivos autores – que autorizam sua exibição no stand de vendas e no hotsite, para fins de divulgação dos resultados.
Dentre as 15 fotografias expostas, as 02 (duas) melhores serão anunciadas na abertura de vendas do stand – e cada um de seus respectivos autores receberão um Mac Book, no modelo A-APPLE WHITE / 13.3″ LED2.26GHZ 2GB 250G; no valor de R$ R$ 2.410,42 cada um.
Inscrições até o dia 23 de julho, lá no site do Mood São Paulo, o tal empreendimento. Eu chequei com a empresa que divulgou: valem fotos que já estejam no Flickr – o que não pode são fotos que você tenha feito e vendido para alguma empresa ou campanha.